MOTIVAÇÃO

MULHERES: PERSONAGENS E AUTORAS DA HISTÓRIA DA CIDADE

MOTIVAÇÃO

Capacitadas aos mais diferentes saberes e trabalho, as mulheres se fazem presentes nas diversas produções da humanidade. Estudam, desenvolvem projetos e metodologias, criam tecnologias, rompem barreiras científicas, quebram paradigmas, questionam padrões e se destacam na atualidade. Esta relação sólida entre “mulheres e trabalho”, tornam as mulheres personagens de estudo da história e autoras da própria história.

            Não precisamos ir tão longe para exemplificarmos grandiosos feitos, lutas e participações de mulheres nesta evolução. Aliás, quanto mais próximos a nós estes exemplos se encaixarem, mais tangíveis eles ficam. Sigamos, então, para nossa cidade, Barretos. Como no passado, às mulheres eram encarregados trabalhos mais voltados ao intelecto (menos à força física). Vejamos alguns exemplos de produções femininas na Cultura e Educação, um trabalho intelectual, mas com resultados concretos e tateáveis.

            Nos anos 1900, quando a cidade ensaiava seus primeiros passos de urbanização, as mulheres que residiam em Barretos e se tornavam notáveis pelo talento cultural, tinham uma característica em comum: eram professoras. Aliás, a profissão de “professora” parece ter acompanhado os descomunais exemplos de sucesso feminino. Observem:

            Noemi Hilda Nogueira, normalista, em 1901 fundou em Barretos um colégio particular feminino. Mas se eternizou na história local por ser a única mulher a colaborar no jornal “O Sertanejo” da época, traduzindo romances franceses. Era uma ponte entre os leitores da cidade e a literatura estrangeira. Responsável por levar cultura aos sertanistas leitores do jornal. Uma revolução à época em que as mulheres mal eram notadas ou lidas.

            Haydée Menezes devotava à cultura grande vultuosidade por ser pianista das mais renomadas nos anos 1930 e 1940. Levou o nome da cidade por vários cantos do país ao apresentar concertos musicais até na Amazônia, integrando a Instrução Artística do Brasil. Seu talento estampava reportagens de jornais conhecidos. Contemporânea, Adelaide Galati também usou do piano como instrumento de trabalho e cultura, ao criar em 1943 o “Instituto Dramático e Musical Santa Cecília”, atuante por anos em Barretos.

            Já a década de 1950 foi o período de surgimento da Pinacoteca Municipal, instituição criada por uma professora do “Instituto de Educação Mario V. Marcondes” (Estadão), a Profª Maria Aparecida Bernardes Tasso. A Profª Cidinha promoveu salões de artes plásticas, cujos artistas participantes doaram telas excepcionais à Pinacoteca.

Os anos 1970 apresentam-se como época importante, pois a cidade, finalmente, ganhou seu museu municipal, em fevereiro de 1979. E foi também uma professora a responsável pela organização do acervo, exposição e abertura ao público. Era a Profª Lydia Scanavino Scortecci, então Diretora de Educação e Cultura, que assumiu a missão materializar a história de Barretos no primeiro espaço museológico criado para tal.

            Noemi, Haydee, Adelaide, Cidinha e Lydia são algumas das mulheres que marcaram a história da cidade por trabalharem pela Cultura e Educação. Trabalho intelectual, literário, artístico e histórico! Porém, por vezes invisíveis. Obras que, além de promover o desenvolvimento da cidade, registraram a capacidade e a força feminina. Elas, assim como outras ainda anônimas, mostram-se personagens e autoras da nossa história.

 

PROFª KARLA ARMANI MEDEIROS, historiadora, professora de História e titular da cadeira 7 da Academia Barretense de cultura – ABC.

Capacitadas aos mais diferentes saberes e trabalho, as mulheres se fazem presentes nas diversas produções da humanidade. Estudam, desenvolvem projetos e metodologias, criam tecnologias, rompem barreiras científicas, quebram paradigmas, questionam padrões e se destacam na atualidade. Esta relação sólida entre “mulheres e trabalho”, tornam as mulheres personagens de estudo da história e autoras da própria história.

            Não precisamos ir tão longe para exemplificarmos grandiosos feitos, lutas e participações de mulheres nesta evolução. Aliás, quanto mais próximos a nós estes exemplos se encaixarem, mais tangíveis eles ficam. Sigamos, então, para nossa cidade, Barretos. Como no passado, às mulheres eram encarregados trabalhos mais voltados ao intelecto (menos à força física). Vejamos alguns exemplos de produções femininas na Cultura e Educação, um trabalho intelectual, mas com resultados concretos e tateáveis.

            Nos anos 1900, quando a cidade ensaiava seus primeiros passos de urbanização, as mulheres que residiam em Barretos e se tornavam notáveis pelo talento cultural, tinham uma característica em comum: eram professoras. Aliás, a profissão de “professora” parece ter acompanhado os descomunais exemplos de sucesso feminino. Observem:

            Noemi Hilda Nogueira, normalista, em 1901 fundou em Barretos um colégio particular feminino. Mas se eternizou na história local por ser a única mulher a colaborar no jornal “O Sertanejo” da época, traduzindo romances franceses. Era uma ponte entre os leitores da cidade e a literatura estrangeira. Responsável por levar cultura aos sertanistas leitores do jornal. Uma revolução à época em que as mulheres mal eram notadas ou lidas.

            Haydée Menezes devotava à cultura grande vultuosidade por ser pianista das mais renomadas nos anos 1930 e 1940. Levou o nome da cidade por vários cantos do país ao apresentar concertos musicais até na Amazônia, integrando a Instrução Artística do Brasil. Seu talento estampava reportagens de jornais conhecidos. Contemporânea, Adelaide Galati também usou do piano como instrumento de trabalho e cultura, ao criar em 1943 o “Instituto Dramático e Musical Santa Cecília”, atuante por anos em Barretos.

            Já a década de 1950 foi o período de surgimento da Pinacoteca Municipal, instituição criada por uma professora do “Instituto de Educação Mario V. Marcondes” (Estadão), a Profª Maria Aparecida Bernardes Tasso. A Profª Cidinha promoveu salões de artes plásticas, cujos artistas participantes doaram telas excepcionais à Pinacoteca.

Os anos 1970 apresentam-se como época importante, pois a cidade, finalmente, ganhou seu museu municipal, em fevereiro de 1979. E foi também uma professora a responsável pela organização do acervo, exposição e abertura ao público. Era a Profª Lydia Scanavino Scortecci, então Diretora de Educação e Cultura, que assumiu a missão materializar a história de Barretos no primeiro espaço museológico criado para tal.

            Noemi, Haydee, Adelaide, Cidinha e Lydia são algumas das mulheres que marcaram a história da cidade por trabalharem pela Cultura e Educação. Trabalho intelectual, literário, artístico e histórico! Porém, por vezes invisíveis. Obras que, além de promover o desenvolvimento da cidade, registraram a capacidade e a força feminina. Elas, assim como outras ainda anônimas, mostram-se personagens e autoras da nossa história.

 

PROFª KARLA ARMANI MEDEIROS, historiadora, professora de História e titular da cadeira 7 da Academia Barretense de cultura – ABC.

Capacitadas aos mais diferentes saberes e trabalho, as mulheres se fazem presentes nas diversas produções da humanidade. Estudam, desenvolvem projetos e metodologias, criam tecnologias, rompem barreiras científicas, quebram paradigmas, questionam padrões e se destacam na atualidade. Esta relação sólida entre “mulheres e trabalho”, tornam as mulheres personagens de estudo da história e autoras da própria história.

            Não precisamos ir tão longe para exemplificarmos grandiosos feitos, lutas e participações de mulheres nesta evolução. Aliás, quanto mais próximos a nós estes exemplos se encaixarem, mais tangíveis eles ficam. Sigamos, então, para nossa cidade, Barretos. Como no passado, às mulheres eram encarregados trabalhos mais voltados ao intelecto (menos à força física). Vejamos alguns exemplos de produções femininas na Cultura e Educação, um trabalho intelectual, mas com resultados concretos e tateáveis.

            Nos anos 1900, quando a cidade ensaiava seus primeiros passos de urbanização, as mulheres que residiam em Barretos e se tornavam notáveis pelo talento cultural, tinham uma característica em comum: eram professoras. Aliás, a profissão de “professora” parece ter acompanhado os descomunais exemplos de sucesso feminino. Observem:

            Noemi Hilda Nogueira, normalista, em 1901 fundou em Barretos um colégio particular feminino. Mas se eternizou na história local por ser a única mulher a colaborar no jornal “O Sertanejo” da época, traduzindo romances franceses. Era uma ponte entre os leitores da cidade e a literatura estrangeira. Responsável por levar cultura aos sertanistas leitores do jornal. Uma revolução à época em que as mulheres mal eram notadas ou lidas.

            Haydée Menezes devotava à cultura grande vultuosidade por ser pianista das mais renomadas nos anos 1930 e 1940. Levou o nome da cidade por vários cantos do país ao apresentar concertos musicais até na Amazônia, integrando a Instrução Artística do Brasil. Seu talento estampava reportagens de jornais conhecidos. Contemporânea, Adelaide Galati também usou do piano como instrumento de trabalho e cultura, ao criar em 1943 o “Instituto Dramático e Musical Santa Cecília”, atuante por anos em Barretos.

            Já a década de 1950 foi o período de surgimento da Pinacoteca Municipal, instituição criada por uma professora do “Instituto de Educação Mario V. Marcondes” (Estadão), a Profª Maria Aparecida Bernardes Tasso. A Profª Cidinha promoveu salões de artes plásticas, cujos artistas participantes doaram telas excepcionais à Pinacoteca.

Os anos 1970 apresentam-se como época importante, pois a cidade, finalmente, ganhou seu museu municipal, em fevereiro de 1979. E foi também uma professora a responsável pela organização do acervo, exposição e abertura ao público. Era a Profª Lydia Scanavino Scortecci, então Diretora de Educação e Cultura, que assumiu a missão materializar a história de Barretos no primeiro espaço museológico criado para tal.

            Noemi, Haydee, Adelaide, Cidinha e Lydia são algumas das mulheres que marcaram a história da cidade por trabalharem pela Cultura e Educação. Trabalho intelectual, literário, artístico e histórico! Porém, por vezes invisíveis. Obras que, além de promover o desenvolvimento da cidade, registraram a capacidade e a força feminina. Elas, assim como outras ainda anônimas, mostram-se personagens e autoras da nossa história.

 

PROFª KARLA ARMANI MEDEIROS, historiadora, professora de História e titular da cadeira 7 da Academia Barretense de cultura – ABC.

Capacitadas aos mais diferentes saberes e trabalho, as mulheres se fazem presentes nas diversas produções da humanidade. Estudam, desenvolvem projetos e metodologias, criam tecnologias, rompem barreiras científicas, quebram paradigmas, questionam padrões e se destacam na atualidade. Esta relação sólida entre “mulheres e trabalho”, tornam as mulheres personagens de estudo da história e autoras da própria história.

            Não precisamos ir tão longe para exemplificarmos grandiosos feitos, lutas e participações de mulheres nesta evolução. Aliás, quanto mais próximos a nós estes exemplos se encaixarem, mais tangíveis eles ficam. Sigamos, então, para nossa cidade, Barretos. Como no passado, às mulheres eram encarregados trabalhos mais voltados ao intelecto (menos à força física). Vejamos alguns exemplos de produções femininas na Cultura e Educação, um trabalho intelectual, mas com resultados concretos e tateáveis.

            Nos anos 1900, quando a cidade ensaiava seus primeiros passos de urbanização, as mulheres que residiam em Barretos e se tornavam notáveis pelo talento cultural, tinham uma característica em comum: eram professoras. Aliás, a profissão de “professora” parece ter acompanhado os descomunais exemplos de sucesso feminino. Observem:

            Noemi Hilda Nogueira, normalista, em 1901 fundou em Barretos um colégio particular feminino. Mas se eternizou na história local por ser a única mulher a colaborar no jornal “O Sertanejo” da época, traduzindo romances franceses. Era uma ponte entre os leitores da cidade e a literatura estrangeira. Responsável por levar cultura aos sertanistas leitores do jornal. Uma revolução à época em que as mulheres mal eram notadas ou lidas.

            Haydée Menezes devotava à cultura grande vultuosidade por ser pianista das mais renomadas nos anos 1930 e 1940. Levou o nome da cidade por vários cantos do país ao apresentar concertos musicais até na Amazônia, integrando a Instrução Artística do Brasil. Seu talento estampava reportagens de jornais conhecidos. Contemporânea, Adelaide Galati também usou do piano como instrumento de trabalho e cultura, ao criar em 1943 o “Instituto Dramático e Musical Santa Cecília”, atuante por anos em Barretos.

            Já a década de 1950 foi o período de surgimento da Pinacoteca Municipal, instituição criada por uma professora do “Instituto de Educação Mario V. Marcondes” (Estadão), a Profª Maria Aparecida Bernardes Tasso. A Profª Cidinha promoveu salões de artes plásticas, cujos artistas participantes doaram telas excepcionais à Pinacoteca.

Os anos 1970 apresentam-se como época importante, pois a cidade, finalmente, ganhou seu museu municipal, em fevereiro de 1979. E foi também uma professora a responsável pela organização do acervo, exposição e abertura ao público. Era a Profª Lydia Scanavino Scortecci, então Diretora de Educação e Cultura, que assumiu a missão materializar a história de Barretos no primeiro espaço museológico criado para tal.

            Noemi, Haydee, Adelaide, Cidinha e Lydia são algumas das mulheres que marcaram a história da cidade por trabalharem pela Cultura e Educação. Trabalho intelectual, literário, artístico e histórico! Porém, por vezes invisíveis. Obras que, além de promover o desenvolvimento da cidade, registraram a capacidade e a força feminina. Elas, assim como outras ainda anônimas, mostram-se personagens e autoras da nossa história.

 

PROFª KARLA ARMANI MEDEIROS, historiadora, professora de História e titular da cadeira 7 da Academia Barretense de cultura – ABC.

Capacitadas aos mais diferentes saberes e trabalho, as mulheres se fazem presentes nas diversas produções da humanidade. Estudam, desenvolvem projetos e metodologias, criam tecnologias, rompem barreiras científicas, quebram paradigmas, questionam padrões e se destacam na atualidade. Esta relação sólida entre “mulheres e trabalho”, tornam as mulheres personagens de estudo da história e autoras da própria história.

            Não precisamos ir tão longe para exemplificarmos grandiosos feitos, lutas e participações de mulheres nesta evolução. Aliás, quanto mais próximos a nós estes exemplos se encaixarem, mais tangíveis eles ficam. Sigamos, então, para nossa cidade, Barretos. Como no passado, às mulheres eram encarregados trabalhos mais voltados ao intelecto (menos à força física). Vejamos alguns exemplos de produções femininas na Cultura e Educação, um trabalho intelectual, mas com resultados concretos e tateáveis.

            Nos anos 1900, quando a cidade ensaiava seus primeiros passos de urbanização, as mulheres que residiam em Barretos e se tornavam notáveis pelo talento cultural, tinham uma característica em comum: eram professoras. Aliás, a profissão de “professora” parece ter acompanhado os descomunais exemplos de sucesso feminino. Observem:

            Noemi Hilda Nogueira, normalista, em 1901 fundou em Barretos um colégio particular feminino. Mas se eternizou na história local por ser a única mulher a colaborar no jornal “O Sertanejo” da época, traduzindo romances franceses. Era uma ponte entre os leitores da cidade e a literatura estrangeira. Responsável por levar cultura aos sertanistas leitores do jornal. Uma revolução à época em que as mulheres mal eram notadas ou lidas.

            Haydée Menezes devotava à cultura grande vultuosidade por ser pianista das mais renomadas nos anos 1930 e 1940. Levou o nome da cidade por vários cantos do país ao apresentar concertos musicais até na Amazônia, integrando a Instrução Artística do Brasil. Seu talento estampava reportagens de jornais conhecidos. Contemporânea, Adelaide Galati também usou do piano como instrumento de trabalho e cultura, ao criar em 1943 o “Instituto Dramático e Musical Santa Cecília”, atuante por anos em Barretos.

            Já a década de 1950 foi o período de surgimento da Pinacoteca Municipal, instituição criada por uma professora do “Instituto de Educação Mario V. Marcondes” (Estadão), a Profª Maria Aparecida Bernardes Tasso. A Profª Cidinha promoveu salões de artes plásticas, cujos artistas participantes doaram telas excepcionais à Pinacoteca.

Os anos 1970 apresentam-se como época importante, pois a cidade, finalmente, ganhou seu museu municipal, em fevereiro de 1979. E foi também uma professora a responsável pela organização do acervo, exposição e abertura ao público. Era a Profª Lydia Scanavino Scortecci, então Diretora de Educação e Cultura, que assumiu a missão materializar a história de Barretos no primeiro espaço museológico criado para tal.

            Noemi, Haydee, Adelaide, Cidinha e Lydia são algumas das mulheres que marcaram a história da cidade por trabalharem pela Cultura e Educação. Trabalho intelectual, literário, artístico e histórico! Porém, por vezes invisíveis. Obras que, além de promover o desenvolvimento da cidade, registraram a capacidade e a força feminina. Elas, assim como outras ainda anônimas, mostram-se personagens e autoras da nossa história.

 

PROFª KARLA ARMANI MEDEIROS, historiadora, professora de História e titular da cadeira 7 da Academia Barretense de cultura – ABC.

 

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